A primeira impressão de Paris foi de cidade como as outras grandes cidades conhecidas por mim... Tinha muros pixados, trens com barulho estranho, gente bonita, gente estranha, alguns fedidos, outros parecendo ter saído de um catálogo de moda, pedintes e até camelô vendendo DVD pirata. Quando vi a generosa quantidade de carros amassados, logo imaginei que o trânsito daqui também não seria diferente da loucura de Fortaleza... O que foi confirmado mais tarde. Mas as semelhanças acabam por aqui... E as diferenças já começam pelos carros... Eles adoram os minis... Parece que quanto menor, melhor. Os “smarts” são uma gracinha e parecem bem confortáveis para duas pessoas (O que reforça a tese de que os franceses não estão interessados em aumentar a família). Mesmo os modelos Haths parecem ser menores que os fabricados no Brasil... Alguns modelos tipo Perua parecem uns ets circulando pela cidade... E não cheguei a ver um só modelo utilitário trafegando como Pessoa Física. O sistema de baliza deles é interessante... Você vai até bater no carro da frente, depois volta até bater no carro de trás e sai brincado de bate-bate até conseguir entrar ou sair. O hostel “Le Regent” é muito bem localizado e nos permitiu ir andando até a famosa Sacré Cour, uma experiência incrível... Depois de subir toda aquela escadaria, encontrar aquela confusão em forma de multidão de turistas e apreciar a vista privilegiada da cidade... Encontrar um instante de paz durante a missa que se realizava dentro da Capela... Foi indescritível... E olha que eu tenho mais vocação pra Agnóstica do que pra Católica, mas impossível ficar imune a toda aquela beleza e aquele som do órgão ecoando. Paris tem tantas atrações que é impossível de se conhecer tudo em uma única viagem. Rodamos muito por quatro dias e parece que ainda ficou muito por ver. O sistema de metrô é ótimo e ajuda bastante depois que você se adapta ao sistema de conexão entre as linhas, um Bilhete para o dia todo pode sair mais barato pra quem pretende circular bastante. Outro bom meio de transporte pra turista, são os ônibus com o sistema “HOP ON HOP OFF”, onde você pode subir e descer das atrações a vontade. O nosso primeiro passeio foi para o famoso Palácio de Versailles. Toda aquela beleza, aqueles jardins e aquela música celestial foi uma excelente primeira impressão. Não da para ir a Paris sem conhecer a famosa Torre Eiffel, imagina então assistir ao jogo do Brasil contra Costa do Marfim, valendo pela primeira fase da Copa do Mundo, em telão ao lado dela... Muito chique
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Finalmente, passaporte carimbado!!!!
Enfim, Paris!!!
A primeira impressão de Paris foi de cidade como as outras grandes cidades conhecidas por mim... Tinha muros pixados, trens com barulho estranho, gente bonita, gente estranha, alguns fedidos, outros parecendo ter saído de um catálogo de moda, pedintes e até camelô vendendo DVD pirata. Quando vi a generosa quantidade de carros amassados, logo imaginei que o trânsito daqui também não seria diferente da loucura de Fortaleza... O que foi confirmado mais tarde. Mas as semelhanças acabam por aqui... E as diferenças já começam pelos carros... Eles adoram os minis... Parece que quanto menor, melhor. Os “smarts” são uma gracinha e parecem bem confortáveis para duas pessoas (O que reforça a tese de que os franceses não estão interessados em aumentar a família). Mesmo os modelos Haths parecem ser menores que os fabricados no Brasil... Alguns modelos tipo Perua parecem uns ets circulando pela cidade... E não cheguei a ver um só modelo utilitário trafegando como Pessoa Física. O sistema de baliza deles é interessante... Você vai até bater no carro da frente, depois volta até bater no carro de trás e sai brincado de bate-bate até conseguir entrar ou sair. O hostel “Le Regent” é muito bem localizado e nos permitiu ir andando até a famosa Sacré Cour, uma experiência incrível... Depois de subir toda aquela escadaria, encontrar aquela confusão em forma de multidão de turistas e apreciar a vista privilegiada da cidade... Encontrar um instante de paz durante a missa que se realizava dentro da Capela... Foi indescritível... E olha que eu tenho mais vocação pra Agnóstica do que pra Católica, mas impossível ficar imune a toda aquela beleza e aquele som do órgão ecoando. Paris tem tantas atrações que é impossível de se conhecer tudo em uma única viagem. Rodamos muito por quatro dias e parece que ainda ficou muito por ver. O sistema de metrô é ótimo e ajuda bastante depois que você se adapta ao sistema de conexão entre as linhas, um Bilhete para o dia todo pode sair mais barato pra quem pretende circular bastante. Outro bom meio de transporte pra turista, são os ônibus com o sistema “HOP ON HOP OFF”, onde você pode subir e descer das atrações a vontade. O nosso primeiro passeio foi para o famoso Palácio de Versailles. Toda aquela beleza, aqueles jardins e aquela música celestial foi uma excelente primeira impressão. Não da para ir a Paris sem conhecer a famosa Torre Eiffel, imagina então assistir ao jogo do Brasil contra Costa do Marfim, valendo pela primeira fase da Copa do Mundo, em telão ao lado dela... Muito chique... Até seria, se depois do jogo, a comunidade africana (muito forte em Paris) não tivesse resolvido realizar uma caçada aos brasileiros... Calma, entre mortos e feridos, escapamos todos sem nenhum arranhão. O mesmo não se pode dizer do nosso conterrâneo Rogério (em todo lugar você acha brasileiro!!!) ele levou um só tapão, mas foi o suficiente para a orelha inchar mais que de lutador de vale tudo. Mas voltemos ao que interessa... Conhecemos o Louvre (claro)... É belíssimo, embora seja difícil se concentrar nas obras de artes com toda aquela multidão de turistas. A Gioconda (ou Monaliza, como preferir) então, nem se fala, é um empurra-empurra com direito a guardinha e cordão de isolamento. Passeamos pela Champs Elisee; passeamos de barco pelo rio Senna; visitamos a Disney, o Hotel dos Invalides, o Parque das plantas (onde fica o grande Museu da Historia Natural); vimos os Obeliscos e nos esparramamos pela grama dos parques para curtir o primeiro dia de sol de verão em Paris. Infelizmente, não deu pra conhecer o Museu D’Orsay... Estava fechado =( Tudo muito bom e vale a pena ser visto e revisto. Da culinária francesa não deu para apreciar os pratos dos grandes chefes... A verba não permite... Só conhecemos seus pães e sanduiches e pude provar um autêntico sushi preparado por um japa com um francês-inglês tão bom quanto o meu. Os franceses são uma atração a parte da cidade: suas roupas, seus jeitos e trejeitos e, principalmente, sua variedade... Aviso as brasileiras, as francesas já assumem seus cachos e deixam a vida despentear... E ao contrário do que me falaram, são muito gentis e simpáticos... Falou que é brasileiro então, só faltam pedi autografo. Ao comprar uma espiga de milho de um camelô na rua, você pode se achar na Avenida Paulista... Mas é só olhar um pouco mais acima, que você vai perceber o charme a mais... Aquele monte de varandinhas com jarrinhos de flores te indica que as pessoas aqui querem algo a mais da vida... O Charme a mais de Paris está nas pessoas e na forma como elas encaram a vida... Essa é a grande mensagem da cidade “A vida vale a pena ser vivida, você só precisa encontrar o seu jeito”. E a viagem está só começando...
A primeira impressão de Paris foi de cidade como as outras grandes cidades conhecidas por mim... Tinha muros pixados, trens com barulho estranho, gente bonita, gente estranha, alguns fedidos, outros parecendo ter saído de um catálogo de moda, pedintes e até camelô vendendo DVD pirata. Quando vi a generosa quantidade de carros amassados, logo imaginei que o trânsito daqui também não seria diferente da loucura de Fortaleza... O que foi confirmado mais tarde. Mas as semelhanças acabam por aqui... E as diferenças já começam pelos carros... Eles adoram os minis... Parece que quanto menor, melhor. Os “smarts” são uma gracinha e parecem bem confortáveis para duas pessoas (O que reforça a tese de que os franceses não estão interessados em aumentar a família). Mesmo os modelos Haths parecem ser menores que os fabricados no Brasil... Alguns modelos tipo Perua parecem uns ets circulando pela cidade... E não cheguei a ver um só modelo utilitário trafegando como Pessoa Física. O sistema de baliza deles é interessante... Você vai até bater no carro da frente, depois volta até bater no carro de trás e sai brincado de bate-bate até conseguir entrar ou sair. O hostel “Le Regent” é muito bem localizado e nos permitiu ir andando até a famosa Sacré Cour, uma experiência incrível... Depois de subir toda aquela escadaria, encontrar aquela confusão em forma de multidão de turistas e apreciar a vista privilegiada da cidade... Encontrar um instante de paz durante a missa que se realizava dentro da Capela... Foi indescritível... E olha que eu tenho mais vocação pra Agnóstica do que pra Católica, mas impossível ficar imune a toda aquela beleza e aquele som do órgão ecoando. Paris tem tantas atrações que é impossível de se conhecer tudo em uma única viagem. Rodamos muito por quatro dias e parece que ainda ficou muito por ver. O sistema de metrô é ótimo e ajuda bastante depois que você se adapta ao sistema de conexão entre as linhas, um Bilhete para o dia todo pode sair mais barato pra quem pretende circular bastante. Outro bom meio de transporte pra turista, são os ônibus com o sistema “HOP ON HOP OFF”, onde você pode subir e descer das atrações a vontade. O nosso primeiro passeio foi para o famoso Palácio de Versailles. Toda aquela beleza, aqueles jardins e aquela música celestial foi uma excelente primeira impressão. Não da para ir a Paris sem conhecer a famosa Torre Eiffel, imagina então assistir ao jogo do Brasil contra Costa do Marfim, valendo pela primeira fase da Copa do Mundo, em telão ao lado dela... Muito chique
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Nossa amiga quantas aventuras e que vontade de estar ai tmb=)falando desta forma assim da frança até fica mais fácil de imaginar.Pensamos tantas coisas diferentes e agora posso perceber q existem muitas coisas parecidas com a daqui. E confusão esta do jogo ein rsrsrs, depois conta td em maiores detalhes. Bjus e divirta-se!!!
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